
Hoje senti saudades do mar, da calmia que nos transmite
Da segurança, também do medo que nos causa por sua imensidão
Da sua ora bravura, ora serenidade
Da dança das ondas, da suavidade da areia
Da beleza dos caracóis e das conchas,
Das gaivotas e das palmeiras
Do sol na pele e da sensação quando fechamos os olhos de sermos um barco,
Da segurança, também do medo que nos causa por sua imensidão
Da sua ora bravura, ora serenidade
Da dança das ondas, da suavidade da areia
Da beleza dos caracóis e das conchas,
Das gaivotas e das palmeiras
Do sol na pele e da sensação quando fechamos os olhos de sermos um barco,
navegando prazerosamente sem rumo…
Foto: 09/03/2007 Ilha do Mussulo, Luanda - Angola
4 comentários:
Rosita
Não sou filha do mar, e nasci há muitos kilometros longe dele, aos 12 anos pela primeira vez vi então a imensidão de água mista com sal, e simplesmente me entreguei, com ele sigo misturando meu ser solitário (não sozinho), um pocuo mais que o mar, apenas a madrugada para me inspirar!! beijos, amei!!
Porque navegar sem rumo se depois despertamos e estamos de novo com saudade do mar?
Eu como sou de Malange, chego a ter saudade da espuma a tocar-me nos pés, mas sinto saudade também da calmia e do vento frio do rio, dos caminhos percorridos pelo escorrer no seu trilho transparente com a mesma força que se vai unindo a outros rios para juntos chegarem... ao mar.
Bom dia Anna e Edson, obrigada pela sempre agradável visita.Engraçado também não sou filha do mar, mas tenho por ele muito apreço, será porque todos os rios um dia juntam-se à ele?
Quando vi esta foto, senti vontade de "postá-la", mas ja tinha começado a escrever um outro texto 'Meu Rio', depois a inspiraçao acabou.vou termina-lo e partilhá-lo aqui convosco, espero que gostem.
Kandando e feliz Março!
Nessa Páscoa matei minhas saudades do mar. É ótimo pra recompor as energias.
Um abraço.
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